Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Vulcão, Kamilla Thaís |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6143/tde-29112022-172451/
|
Resumo: |
Consequência da Covid-19, o distanciamento social impôs uma realidade mais imersa nas redes sociais digitais, considerando as desigualdades de acesso. Um ambiente já muito utilizado por \"tentantes\", gestantes, mães, pais e parentes, a internet possibilitou a esse grupo de usuárias o contato virtual, manutenção de relações, a conexão com redes de apoio e facilitou o debate sobre maternidade e (co)parentalidade - atividade para garantir a sobrevivência e o desenvolvimento do filho no núcleo familiar. É nas redes sociais, grupos, fóruns, perfis e páginas voltadas para a temática de criação e cuidado de bebês e crianças que este público troca informações, dúvidas, relatos e convoca sua rede de apoio a auxiliar na tomada de decisões parentais. Sob essa perspectiva, propõe-se analisar as interações de usuárias promovidas na rede social \"Babycenter\", dentro do grupo \"Preocupações sobre coronavírus (Covid-19)\" durante os dois primeiros anos da pandemia. |