Qualidade do mel Apis mellifera L. produzido na região do Pólo Cuesta, Estado de São Paulo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Cardoso, Karen Franco de Godoi [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Mel
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/104982
Resumo: O objetivo deste trabalho foi caracterizar a qualidade higiênico-sanitária do mel produzido na região do Pólo Cuesta do Estado de São Paulo, por meio da enumeração do Número Mais Provável de Coliformes Totais e Termotolerantes, contagem de bolores e leveduras e atividade de água. Foram coletadas 37 amostras de méis de diferentes floradas produzidas por abelhas Apis mellifera L. em apiários distribuídos na região. As amostras de mel foram coletadas no momento do beneficiamento, acondicionadas em embalagens plásticas do apiário e armazenadas à temperatura ambiente. Todas as análises foram realizadas segundo as recomendações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Laboratório de Microbiologia de Alimentos do Instituto de Biociências da UNESP de Botucatu. Todas as amostras revelaram-se negativas quanto à presença de coliformes totais e termotolerantes e 34 (91,9%) apresentaram contaminação por bolores e leveduras, variando entre 102 até 105 UFC/g. Quanto a atividade de água, os menores valores foram observados na florada de laranja com média de 0,575±0,01 Aa, diferindo significativamente das floradas de eucalipto (0,629±0,02 Aa) e silvestre (0,614±0,02 Aa). Conclui-se que a qualidade microbiológica do mel produzido na região do Pólo Cuesta do Estado de São Paulo apresenta-se satisfatória