Estrutura de comunidade de formigas da serapilheira: a influência das espécies de árvores e técnicas de amostragem

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Grossi, Paula Ferreira lattes
Orientador(a): Queiroz, Jarbas Marçal de lattes
Banca de defesa: Queiroz, Jarbas Marcal de lattes, Santangelo, Jayme Magalhães lattes, Silva, Fernanda Avelino Capistrano da lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal
Departamento: Instituto de Ciências Biológicas e Da Saúde
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/15832
Resumo: Entre os organismos que são encontrados na serapilheira, as formigas se destacam pela sua abundância, frequência e diversidade. A serapilheira é fonte de alimento e abrigo para muitas espécies de formigas. Em florestas, a quantidade e qualidade da serapilheira devem variar temporalmente e espacialmente. Essas variações estão ligadas à fenologia das diferentes espécies de árvores encontradas nas florestas tropicais. A presente pesquisa teve como objetivo verificar se o padrão de diversidade da assembleia de formigas sob a copa de diferentes espécies de árvores usadas em área reflorestada na Mata Atlântica é influenciado pela técnica de coleta. As técnicas utilizadas para coleta das formigas foram o extrator de Winkler e a armadilha de queda (pitfall). Foram capturadas 54 espécies e 23 gêneros de formigas em um total de 44 amostras de cada técnica. O efeito da técnica de coleta sobre a riqueza de espécies foi marginalmente significante, mas não houve efeitos das espécies de árvore e nem um efeito da interação entre árvores e técnica de coleta. A composição das assembleias de formigas nas amostras foi influenciada tanto pela espécie de árvore quanto pela técnica de coleta, mas não houve entre os dois fatores. Diferentes espécies de árvores utilizadas no reflorestamento da Mata Atlântica contribuem para o aumento da diversidade de espécies de formigas na interface solo-serapilheira. A associação de técnicas de coleta se demonstra adequada para avaliar a riqueza e composição de formigas do local estudado, corroborando com a literatura.