Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Abrantes, Viviane Regina Santos
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Orientador(a): |
Tabai, Kátia Cilene
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos
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Departamento: |
Instituto de Tecnologia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10919
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Resumo: |
O rótulo dos alimentos embalados é o principal veículo de informação que o consumidor possui, havendo nele estratégias de marketing e atributos de qualidade que influenciam o consumidor na hora da compra. No contexto de políticas de segurança alimentar, os rótulos podem ser incluídos através de ações que incrementem o conhecimento sobre nutrição ao consumidor. Medidas legislativas, como as regulamentações sobre rotulagem alimentar são importantes atividades de promoção à saúde, garantindo aos consumidores acesso à informação útil e confiável, encorajando a comercialização de produtos mais saudáveis. E devido à importância do tema e da escassez de estudos que abordem este assunto, faz-se necessário investigar as rotulagens atuais em fórmulas lácteas infantis, leites em pó e alimentos em pó à base de soja, comercializados no varejo do município do Rio de Janeiro/RJ, e sua adequação com a legislação vigente no período. A pesquisa foi conduzida em 2006 e as amostras analisadas totalizaram 56 produtos, a saber: fórmulas infantis (n = 25); leite em pó modificado (n = 9); leite em pó integral (n = 8); leite de cabra em pó (n = 3); alimento em pó à base de soja (n = 11). Dentre as informações obrigatórias e úteis verificou-se a ausência do rendimento do produto em 62,5% dos rótulos e equívocos na expressão do peso líquido em 42,9% do total de amostras, sendo as fórmulas infantis o grupo que apresentou maiores inadequações, justificada por ser o grupo de maior amostra. Na rotulagem nutricional, 33,3% dos produtos totais com data de fabricação posterior a julho de 2007 não declararam gorduras trans, e nos alimentos fortificados, 52,4% dos rótulos apresentaram fraudes na declaração de fortificação. Foi observada a ausência das frases de advertência do Ministério da Saúde em 25,0% dos rótulos e, dentre as fórmulas infantis, 92,0% apresentaram ilustrações de mamadeira nas instruções de uso do produto. Sabe-se da importância que o rótulo possui como ferramenta de orientação quanto ao uso apropriado do alimento e de educação nutricional. Sugere-se a ampla fiscalização nos rótulos de alimentos, principalmente devido às novas mudanças na legislação, com a atual RDC no 360. Pesquisas sobre rotulagem de alimentos devem ser estimuladas para que o tema possa ser divulgado e que os resultados sirvam também para maior conscientização dos consumidores, aumentando a busca por alimentos seguros. |