Samuel Beckett e os limites do in-dizível

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Maciel, Ulisses Augusto Guimarães
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Espírito Santo
BR
Mestrado em Letras
UFES
Programa de Pós-Graduação em Letras
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
82
Link de acesso: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3318
Resumo: The novels Molloy, Malone Dies and The unnamable, trace the path of Samuel Beckett in the composition of a narrative known for challenging the limits of representation, highlighting the precariousness of thought which fails in its attempt to grasp reality. In this context, considering the representativeness a game that comes from inarticulable chaos, we used the concepts of reality, language, and translation addressed by the Czech-Brazilian philosopher, Vilém Flusser and the existentialist philosophy of Martin Heidegger and Albert Camus, in an attempt to show the imprecise nature of Beckett works, before the word impossibility, constant trial and failure in the face of the un-speakable.