Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Osmo, Flavio |
Orientador(a): |
Menezes, Igor Gomes |
Banca de defesa: |
Oliveira, Irismar Reis de,
Magalhães, Mauro de Oliveira |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
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Programa de Pós-Graduação: |
Pograma de pós-graduação em psicologia
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23981
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Resumo: |
Medidas bidimensionais de estilos de apego têm se mostrado capazes de prever diversos fenômenos psicológicos, porém falham quando tentam buscar padrões clínicos consistentes. Por outro lado, a teoria subjacente à terapia cognitiva Beckiana estabeleceu o conceito de crenças centrais, que contribuiu para uma melhor compreensão do fenômeno clínico. Dada a proximidade entre este conceito e o de estilos de apego (estilos de apego podem ser conceituados como esquemas, e crenças como conteúdos específicos dos esquemas), este estudo objetivou desenvolver um instrumento bidimensional de crenças centrais negativas sobre si (CBS) e sobre os outros (CBO), esperando que este, além de conservar a boa performance apresentada pelas medidas de apego, ofereça o benefício adicional de mensurar fenômenos clínicos. São apresentadas evidências de validade e fidedignidade do inventário. Os resultados mostraram que tanto CBS quanto CBO se correlacionam positivamente com experiências negativas na infância, estilos de apego, ansiedade e depressão. Os resultados mostraram também que, quando se controlam os escores de CBS, CBO têm um efeito menor sobre os escores de depressão, o que serve como evidência de validade discriminante da escala. |