O Emílio na contramão da educação instituída
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual de Goiás
UEG ::Coordenação de Mestrado Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias Brasil UEG Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias (PPG-IELT) |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/938 |
Resumo: | A dissertação “O Emílio na contramão da educação instituída” é proveniente de uma pesquisa realizada junto à Linha de Pesquisa Educação, Escola e Tecnologias, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias (PPG-IELT), da Universidade Estadual de Goiás (UEG). A pesquisa objetiva apresentar o aluno imaginário de Rousseau, bem como a mão e a contramão à qual o título se refere, sendo a primeira aquela da sociedade instituída e a segunda aquela em que o filósofo educa seu Emílio. Para isso, o primeiro capitulo é dedicado a apresentar as principais teorias do genebrino, como a concepção de estado de natureza, estado social, perfectibilidade e o contexto em que Rousseau escreve. No segundo capítulo, disserta-se sobre a mão, a contramão e o por quê de Emílio estar na contramão, já que sua educação vai na direção contrária da que possuímos na sociedade. Este trabalho não se refere apenas à sociedade do século XVIII e tampouco à dos dias atuais, mas sim à sociedade em sentido universal e, nesse sentido, no decorrer do trabalho se percebe que Emílio está na contramão porque é educado conforme o estado de natureza, para indagar o presente estado em que vivemos. Rousseau educa Emílio com liberdade e autonomia, para que exerça bem qualquer ofício que se proponha a fazer. Este trabalho se realizou por meio de uma pesquisa bibliográfica, onde as principais obras de Rousseau foram lidas, bem como seus comentadores, além de autores que contribuíram para o melhor entendimento do cenário social da época. Ao final, se conclui que, assim como para os gregos, o segredo para a boa educação é o comedimento dos sentimentos e das atitudes, ou seja, o meio termo em todas as ações, muito presente no aluno imaginário, que viverá de forma virtuosa até o fim da vida graças à boa educação dada por seu preceptor. |