Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Araujo, Aretha Feitosa De |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=109062
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Resumo: |
A prática do Bullying se constitui como uma violência, representando relevante problema social e de saúde, especialmente, entre as juventudes, provocando desânimo, baixos desempenhos na escola, fragilidade nos vínculos sociais e afetivos, doenças clínicas e mentais, agressividade, vulnerabilidade, abuso de drogas e suicídios. Nesse estudo analisamos as práticas discursivas das juventudes sobre bullying produzidas pela convivência social da escola, as pedagogias e os mapas estratégicos para a promoção/prevenção das violências no contexto escolar. Como método de trabalho, esse estudo tem um desenho próprio em uma perspectiva histórico-social seguido em três etapas: 1. Exploratória através de aplicação de instrumento de levantamento de dados empíricos; 2. Educativa por meio de construção do saber com base nos enunciados discursivos sobre bullying produzidos pelas juventudes nos Programas Em Sintonia com a Saúde na Web Rádio AJIR como prática de webcuidado de saúde e enfermagem na prevenção do bullying; 3. Avaliativa por meio de uma entrevista como instrumento de comunicação com as juventudes diante de suas percepções acerca do bullying e as práticas escolares e de saúde. Por meio dos resultados, as juventudes apresentaram questionamentos e provocações sobre como se prevenir, formas de identificação dessas violências, e sobre as formas de tratamento para combater o bullying pela escola e pelos enfermeiros. Esses jovens sofreram diversos tipos de bullying, sendo os mais prevalentes, físicos e psicológicos, como preconceito capilar e corporal. Os jovens também apontaram que esperam do campo escolar um diálogo mais aberto sobre o bullying. O programa de saúde da família e o centro de atenção psicossocial foram os serviços apontados como os mais responsáveis por essas questões, levantaram também que o papel do enfermeiro junto à juventude é de orientá-los e ajudá-los em todas as dimensões. Partindo dessa realidade, a escola e o enfermeiro poderão por meio desses discursos a partir da realidade mapeada, aplicar práticas educativas nas abordagens de enfrentamento ao bullying na promoção e educação em saúde com as juventudes escolares. Palavras-chave: Cuidado de Enfermagem. Juventudes. Bullying. Violência. Escola. |