Narrativas de amadurecimento subversivas na literatura jovem brasileira: a formação da identidade queer na obra de Vitor Martins

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Rosa, Henrique Fernandes da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/10268
Resumo: A presente dissertação analisa dois romances jovens de Vitor Martins, Quinze dias (2017) e Um milhão de finais felizes (2018), focando no processo de amadurecimento subversivo e formação de uma identidade queer dos personagens das obras. Essa pesquisa está filiada à área de História da Literatura, pois busca revisar um cânone da literatura para jovens, além de considerar a produção literária brasileira contemporânea. Para a análise, separei cada narrativa em cinco tópicos – a família, a amizade, o amor, a cultura e o eu – buscando entender de que forma os personagens centrais de cada obra amadurecem à medida que se relacionam com as temáticas mencionadas, além de explorar o vínculo estabelecido com as questões queer. Para a revisão teórica desta dissertação, busco apoio nos estudos acerca da literatura infantil, da literatura jovem e da young adult literature estadunidense, objetivando encontrar correlações com os livros de Martins. Além disso, sobre a subversão e a teoria queer, tenho como base as pesquisas de Michel Foucault e Judith Butler, focando nos assuntos que me levam a conceituar subversão, repressão sexual e heteronormatividade.