Associação do tecido adiposo medular ósseo, massa óssea e a expressão do receptor tipo 1 dos IGFs em crianças e adolescentes obesos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Darrigo, Emiliana Ribeiro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-10042018-142935/
Resumo: O tecido adiposo e ósseo tem uma íntima relação, desde a origem comum nas células tronco estromais derivadas da medula óssea. Sabe-se que o peso corporal tem estreita correlação com a massa óssea em seres humanos. Porém, ainda não é claro qual componente do peso corporal tem maior influência sobre o ganho de massa óssea e sobre a adiposidade na medula óssea, visto que tanto indivíduos com baixo peso, quanto os obesos, apresentam altas taxas de fraturas. O objetivo deste trabalho foi comparar crianças e adolescentes obesos e eutróficos em relação a composição óssea, adiposidade da medula óssea em coluna lombar (L3), expressão do Receptor tipo 1 de IGF (IGF1R) e concentrações séricas de IGF-I e buscar correlação entre estas variáveis. Para tanto foram avaliados crianças e adolescentes de 10 a 17 anos, divididos em grupo controle e grupo obeso. Esses grupos foram submetidos a avaliação antropométrica, densitometria óssea de coluna lombar e corpo total e ressonância magnética de coluna lombar e abdome total, além de dosagens séricas de parâmetros bioquímicos e hormonais. Os pacientes do grupo obeso apresentaram associação positiva da densidade mineral óssea tanto com massa gorda quanto com massa magra, enquanto que o grupo controle apresentou associação positiva da densidade mineral óssea apenas com a massa gorda. Não houve diferença entre os grupos quanto a adiposidade da medula óssea, nem quanto aos valores de IGF-I, IGFBP3 e expressão do gene do IGF1R.