Qualidade de vida e a saúde bucal dos universitários idosos do município de Bauru

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Lawi, Said Yusuf Abu
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25144/tde-25112016-145013/
Resumo: Sabe-se que a vida acadêmica de qualquer indivíduo, seja jovem, adulto ou idoso, provoca mudanças significativas em todas as esferas da vida do mesmo. Dessa forma, conhecer o perfil do estudante idoso nessas instituições se torna relevante para que, em um futuro, seja possível investir-se em novos planos educacionais que, por sua vez, não devem dispensar o real perfil daqueles que são os importantes protagonistas e principais alvos do plano, isto é, os idosos. Nessa perspectiva, o objetivo central do presente estudo foi identificar o real do perfil daqueles que são os atores principais, no caso os idosos universitários, no município de Bauru e, ao mesmo tempo, o principal alvo do plano, levantando sua qualidade de vida e condição de saúde bucal. Para tanto, delimitou-se para o período de pesquisa, idosos matriculados no segundo semestre letivo de 2015, compondo, assim, a amostragem de 20 participantes. Para a coleta de dados utilizou-se um questionário com informações sobre a qualidade de vida e saúde bucal. Como resultado constatou-se que os idosos universitários tinham entre 60 e 70 anos de idade, declararam-se, em sua maioria, brancos, 50% do gênero feminino e 50% do gênero masculino. Os idosos do gênero masculino tinham renda mensal familiar em média até e acima de seis salários mínimos, e do gênero feminino até seis. A partir dos resultados sobre a qualidade de vida, concluiu-se que os principais fatores que interferiram na vida acadêmica foram as dificuldades emocionais, da qual a ansiedade e a insônia expressaram maior indicação por parte dos idosos. A maioria dos discentes idosos declarou consumir bebidas alcoólicas ocasionalmente, uma minoria fuma ou usa remédios para controle de dificuldades emocionais e nenhum faz uso de drogas ilícitas. Quanto à saúde bucal, os idosos em sua maioria, vão ao dentista a cada seis meses, mas 25% declararam que buscam auxílio somente quando possuem dor. Esse fator refletiu quanto à satisfação dos idosos quanto à saúde bucal, da qual 30% afirmaram estar insatisfeitos. Em meio ao exposto, o número inferior de idosos ingressos no Ensino Superior reflete à escassa política pública voltada a essa população e ao conceito de qualidade de vida imposto pela sociedade, de que manter-se ativo ainda é o conceito de bem-estar individual.