Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Fifolato, Thaís Marques |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-08022021-123453/
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Resumo: |
Introdução: A extremidade superior está relacionada com a capacidade funcional para a realização de atividades de vida diária, autocuidado e trabalho. Queixas nos membros superiores afetam negativamente essas habilidades, portanto, é necessário obter informações mais abrangentes sobre as queixas e demandas deste segmento. Objetivo: Correlacionar a força muscular com resistência à fadiga, capacidade para o trabalho e disfunção do membro superior numa amostra de trabalhadores de um hospital universitário. Métodos: A força de ombro e cotovelo foi avaliada pelo Biodex System 4 ProTM e a preensão manual pelo JAMAR®, a resistência à fadiga pelo Functional Impairment test Hand/Neck/Shoulder/Arm - FIT- HaNSA, a capacidade para o trabalho pelo Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT) e a disfunção do membro superior pelo Quick-DASH-Br. As correlações foram analisadas pelo coeficiente de correlação de Spearman (rho) (p<0.05). Resultados: Foram avaliados 27 trabalhadores com dor crônica, que realizavam majoritariamente trabalho dinâmico, associado a levantamento de carga. A força de abdução (rho = 0,49), adução (rho = 0,40), rotação interna (rho = 0,44), flexão do cotovelo (rho = 0,38) e preensão manual (rho = 0,68) apresentou correlação direta com o FIT- HaNSA. A preensão manual também apresentou correlação significativa, porém inversa (rho = -0,52), com a disfunção do membro superior. A força muscular não apresentou correlação com capacidade para o trabalho. Conclusão: Os resultados sugerem que aumentar a força muscular de ombro, cotovelo e mão poderia melhorar a resistência à fadiga do membro superior. Ainda, o aumento da força de preensão manual poderia diminuir a disfunção do membro superior em trabalhadores com queixas no membro superior. |