Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Cerchiaro, Luciano de Carvalho |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6139/tde-24072017-182307/
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Resumo: |
O risco de agressões a profissionais da área de saúde mental tem sido evidenciado devido ao número crescente de ocorrências. Assim surgem algumas questões: A violência aos profissionais de saúde mental apresenta especificidade e sinais de alerta? Esse profissional está preparado para as variabilidades de suas atribuições? Como agir a um comportamento inesperado? Em busca de resposta a essas questões, este estudo objetiva entender as atividades realizadas por estes profissionais, identificando as dificuldades e variabilidades encontradas e os determinantes de risco. Como metodologia foram utilizadas observação das atividades e entrevistas e a aplicação do Modelo de Analise e Prevenção de Acidente do Trabalho (MAPA) em três casos de acidentes do trabalho selecionados em um Centro de Atenção Integrada em Saúde Mental (CAISM). Os resultados demonstraram que existem vários determinantes de agressão relacionados às características do paciente com TMC e a presença de comorbidades. A existência ou não de planos, programas e equipe direcionados à gestão da segurança e saúde no trabalho adequado às características dos pacientes atendidos e a falta de capacitação dos profissionais quanto ao agir diante de comportamento agressivo inesperado representam fatores fundamentais na ocorrência ou não deste evento indesejado. |