Remoção de cor por processo eletrolítico em águas residuárias contendo lignina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1993
Autor(a) principal: Guaglianoni, Laize Guimarães
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
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Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18138/tde-18092024-172727/
Resumo: A lignina juntamente com seus derivados presentes em efluentes de indústria de papel e celulose são as principais responsáveis pela alta coloração e pela difícil degradação biológica desse efluente. Este trabalho visou principalmente estudar a remoção eletrolítica de cor em efluentes da fase de estração casutica do processo de branqueamento e em efluentes simulados em laboratórios. Foram empregados eletrodos de alumínio e de aço carbono, em reatores de batelada e de escoamento contínuo, variando-se densidade de corrente e tempo de detenção. A eficência do processo foi verificada através da remoção de cor e, eventualmente DQO (Demanda Química de Oxigênio) para os efluentes reais. O reator de escoamento contínuo com duas câmaras de separação, eletrodos de aço carbono e com tempo de detenção de 1,83 horas obteve uma remoção de 90% da cor e DQO iniciais para efluente da fase de extração caustica do processo de branqueamento. Foram feitos ensaios de tratabilidade com aplicação de coagulantes, nos quais para uma concentração de 21000mg/l de lignina, 3600 mg/l de sulfato de alumínio e pH entre 9 e 11, obteve-se uma remoção de 70% da cor inicial.