Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1998 |
Autor(a) principal: |
Guaglianoni, Laize Guimarães |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18138/tde-17062024-164814/
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Resumo: |
Estudou-se a degradação anaeróbia de dois compostos organoclorados presentes nos efluentes do processo de branqueamento de uma indústria de papel e celulose: um catecol, o tetraclorocatecol formado no estágio de cloração e um guaiacol, o tetracloroguaiacol, formado no estágio de extração alcalina e de difícil degradação. Inicialmente, foram selecionados os sedimentos que melhor se adaptaram ao tratamento anaeróbio. Em função dos resultados, sedimentos do Ribeirão de Caldas e sedimentos marinhos foram os escolhidos para as avaliações subsequentes. Para esses sedimentos, sob condições anaeróbias, aplicaram-se concentrações conhecidas dos compostos. Selecionaram-se para os reatores inoculados com sedimento do Ribeirão de Caldas as concentrações de 40, 110 e 250 mg/l de ambos os compostos e, para os reatores inoculados com sedimento marinho as concentrações de 50, 100 e 250 mg/l também para os dois compostos para a avaliação da degradação dos organoclorados. Verificou-se que as relações entre a concentração final e inicial ficaram aproximadamente constantes e independentes das concentrações aplicadas (1/10, 1/12,5), reforçando a teoria da capacidade de degradação anaeróbia dos compostos organoclorados. Também se observou que concentrações de 1200 mg/l de tetraclorocatecol e 1100 mg/l de tetracloroguaiacol não inibiram completamente os reatores |