Vocação médica e gênero

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: Millan, Luiz Roberto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5144/tde-02122019-171554/
Resumo: Com o intuito de estudar a vocação médica, 30 alunos e 30 alunas foram selecionados entre 175 primeiranistas da Faculdade de Medicina da USP em 2000. Solicitou-se que preenchessem um questionário sócio-econômico, seguido de uma entrevista para avaliar a escolha profissional. Aplicou-se então um teste de personalidade padronizado (16 PF, 5a. edição), cujos resultados foram analisados por testes estatísticos não paramétricos (Mann-Whitney e qui-quadrado). Finalmente, para obter elementos inconscientes aplicou-se o Teste de Apercepção Temática (TAT). Concluiu-se que ambos grupos são semelhantes quanto ao perfil de personalidade, aos aspectos psicodinâmicos e às questões ligadas à escolha profissional. Estes resultados sugerem que a vocação médica transcende o gênero