Preditores de qualidade de vida em portadores de lesão da medula espinal

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Christofi, Alice Alexandra Soeiro Nunes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Dor
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-17042023-124226/
Resumo: Introdução: A lesão da medula espinal (LME) traz graves alterações em muitas funções do organismo que impactam de forma negativa a saúde e a qualidade de vida (QV) dos pacientes acometidos. Objetivos: Investigar os preditores demográficos, clínicos, comportamentais e de reabilitação na qualidade de vida de pessoas com lesão da medula espinal (LME). Métodos: Noventa e cinco adultos com LME crônica foram avaliados com os seguintes instrumentos: World Health Organization Quality of Life Bref; Internacional SCI Core Data Set; Entrevista clínica (condição de saúde e acesso a um programa de reabilitação); Spinal Cord Injury Secondary Conditions Scale; Escala numérica da intensidade da dor; Short-Form 12 Health Survey - item 8 (quanto a dor atrapalha as atividades); Escala numérica de fadiga e Patient Health Questionnaire 2. Resultados: Osfatores que diminuíram a qualidade de vida foram: fadiga leve ou intensa11,5%; risco de depressão entre 5,5 e 12,8%; dor - 1,3% na qualidade de vida total e entre 8,6 e 9,6% no domínio físico e escaras em 15,6% no domínio físico. A prática de esportes aumenta a qualidade de vida total em 14,4%, 17,2% no domínio físico, 11,9% no domínio psicológico e 23,7% no domínio social. Conclusões: A fadiga, a dor, o risco de depressão e escaras são preditores de baixa qualidade de vida e a prática de esportes de melhor qualidade de vida para pessoas com lesão da medula espinal