Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Santos, Thadeu Lopes Correia dos |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3135/tde-18042024-102155/
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Resumo: |
O trabalho foi o desenvolvimento de uma ferramenta que tem por objetivo apresentar a geometria de popa de um submarino com a melhor eficiência hidro-volume para um propulsor já projetado, utilizando duto ou não, dentro do conceito intitulado de popa cheia pela literatura. A ferramenta possibilita ao usuário inserir requisitos e restrições geométricas no processo de seleção. Foi escolhido o modelo SUBOFF da DARPA como modelo de referência e o seu Coeficiente de Semnan como parâmetro. Foi criado um código no software MATLAB para a geração das linhas de popa, onde são inseridos os requisitos e as restrições geométricas como forma de seleção das linhas. A partir das linhas selecionadas são criadas as geometrias que serão avaliadas no software Ansys para obtenção da eficiência hidro-volume e verificação do comportamento da camada limite. O trabalho foi dividido em três fases: casco limpo, casco com propulsor e casco com propulsor e duto. As geometrias e as simulações no software Ansys são realizadas em um processo automatizado. A cada rodada de simulação, a melhor geometria encontrada é inserida em um processo de busca de uma nova linha de popa baseado em uma meta-heurística que guia e modifica as operações para produzir novas geometrias de melhor eficiência. Na 1ª fase é gerada uma popa sem interferência de propulsor ou apêndices no escoamento. Na 2ª fase é utilizado o propulsor MOD5a, cujos resultados também são utilizados para validação da ferramenta. Na 3ª fase é utilizado o MOD10 sem o estator a fim de verificar a influência de um propulsor com duto na eficiência hidro-volume e comparar com os resultados das fases anteriores. Os resultados obtidos das geometrias selecionadas, quando comparados ao modelo de referência, apontaram que a ferramenta se mostrou eficaz em conjunto com a estratégia de busca adotada e que a utilização de propulsor em duto aumenta a eficiência hidro-volume de um submarino. |