Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Barbosa, Denis Rodrigues |
Orientador(a): |
Bulhões, Maria Amelia |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/193367
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Resumo: |
Esta pesquisa analisa, sob a perspectiva das relações sistêmicas da arte, como os artistas, através da auto-organização, operam microestruturas de produção que repensam o modo de funcionamento dos circuitos de visibilidade e legitimação. Partindo das experiências do Nervo Óptico (1976-78) e do Arte Construtora (1992-96), marcos locais das práticas conceituais contemporâneas, esta dissertação se propõe a revisar e problematizar trabalhos e eventos da Galeria Península (2014-17), espaço no qual o autor atuou como artista, curador e gestor. Para aprofundar esta análise, foram selecionados dois eventos com restrita bibliografia e ampla documentação, a Experiência Criativa Serpente do Ibirapuitã (Nervo Óptico, janeiro de 1977) e a Ilha da Casa da Pólvora (Arte Construtora, novembro de 1996). Ao examinar as articulações entre prática e distribuição, buscou-se compreender os múltiplos lugares de atuação do artista, com o objetivo de se enunciar características específicas e verificar algumas das consequências da auto-organização na cadeia produtiva da economia da arte. |