Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Batista, Ederval Everson [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/105075
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Resumo: |
Este trabalho visa compreender as condições de vida e de trabalho de um grupo de sitiantes, pequenos proprietários de terra ou parceiros, que ainda se mantém na terra tendo como produto principal o café. Esses cafeicultores ocupam parte de uma das últimas áreas em que a cafeicultura ainda existe no município de Londrina: os bairros rurais da Laranja Azeda e da Limeira, no distrito de Lerroville. A permanência na terra só foi possível devido ao fato da lavoura cafeeira propiciar trabalho e renda para as famílias dos sitiantes durante mais de três décadas. No entanto, a partir do final da década de 1990, devido à implantação do modelo de políticas neoliberais na economia do país, o Estado brasileiro, que até então sempre havia estabelecido as regras para o funcionamento do complexo agroindustrial do café saiu de cena, deixando a cargo do mercado a regulamentação dos preços do produto. A partir desse momento uma forte crise se abateu sobre a cafeicultura brasileira, sendo os produtores os mais prejudicados. Para tentar superar a crise... |