Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Barros, Jaqueline Ribeiro de [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/204419
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Resumo: |
Introdução: A doença inflamatória intestinal (DII) cursa com sintomas incapacitantes levando a impacto significativo na qualidade de vida e na capacidade funcional dos pacientes. Devido à complexidade da doença e às peculiaridades do tratamento, o acompanhamento deve ser realizado por equipe multidisciplinar, incluindo o enfermeiro. A assistência de enfermagem deve ser baseada em protocolos assistenciais validados para que a abordagem seja sistematizada. No Brasil, não há protocolos de assistência de enfermagem validados para atendimento aos pacientes com DII. Objetivo: Construir instrumento de consulta de enfermagem e validar o conteúdo do protocolo assistencial para pacientes com DII. Métodos: Foi desenvolvido um estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa. O estudo foi conduzido de junho de 2018 à janeiro de 2021 por meio eletrônico. Foram convidados para participar do estudo, enfermeiros assistenciais, supervisores e/ou docentes que trabalham em instituições públicas e privadas de assistência à saúde. A validação da consulta de enfermagem através da concordância entre as respostas dos enfermeiros experts. A técnica Delphi foi a metodologia selecionada para a obtenção do consenso dos enfermeiros experts. Análise estatística: a análise descritiva foi realizada para cada um dos os itens da consulta de enfermagem por meio de frequências simples e percentuais quando categóricas. Resultados: Foram identificados 345 enfermeiros; 32 foram elegíveis como experts, e 13 realizaram a validação do instrumento. A maioria dos enfermeiros era do sexo feminino (11, 84,62%); idade média de 46,36±10,59 anos; 8 (61,54%) enfermeiros graduaram-se em instituições públicas; 8 (61,54%) cursaram mestrado. O instrumento inicial continha 106 itens e foi finalizado com 95. Quatros domínios (identificação; perfil saúde-doença; necessidades psicobiológicas e exame físico) foram validados em 2 rodadas em relação ao conteúdo e 2 domínios (dados sociodemográficos e condições de saúde e cuidados pessoais) na primeira rodada. Todos os domínios foram validados em relação a aparência na primeira rodada. Conclusão: A consulta de enfermagem apresentou nível de concordância considerável para validação de conteúdo e aparência em todas as dimensões. |