Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Freire, Rodrigo Mauro [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/99490
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Resumo: |
As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são as principais pragas da fruticultura mundial. Na citricultura brasileira, elas são consideradas pragas de grande importância econômica e exigem cuidados quarentenários. No Brasil, os gêneros de tefritídeos mais importantes são Anastrepha e Ceratitis, cujas espécies que mais causam danos à fruticultura paulista são A. fraterculus, A. obliqua e C. capitata. Estratégias atuais de controle destas pragas agrícolas estão sendo estruturadas a partir do Manejo Integrado de Pragas (MIP), o qual é um sistema de decisão para uso de táticas de controle de pragas. Dentre as diferentes estratégias de manejo integrado de moscas-das-frutas, em plantações de laranja do Estado de São Paulo, o uso de iscas tóxicas merece grande destaque. Estudos recentes indicam que um agente eficiente para o controle biológico das moscas-das-frutas é o parasitóide exótico braconídeo Diachasmimorpha longicaudata. Em relação ao planejamento de um programa de controle de pragas, a modelagem matemática vem se mostrando de grande utilidade, pois permite reunir informações de diferentes áreas, simular diferentes cenários e analisar a eficácia de possíveis estratégias de manejo integrado de praga. O presente trabalho propõe um modelo matemático espacialmente explícito que descreve e simula as interações biológicas entre a mosca-do-mediterrâneo C. capitata e seu parasitóide braconídeo D. longicaudata, em plantações de laranja. Além disso, é apresentada uma nova forma de manejo integrado de C. capitata (com possíveis aplicações à Anastrepha spp.) baseada em aplicações conjuntas de iscas tóxicas com liberações inundativas de D. longicaudata, em plantações de laranja. Para tal manejo proposto, estratégias ótimas de liberações de parasitóides são analisadas através de simulações computacionais. |