Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Filagrana, Tatiana Conceição dos Reis |
Orientador(a): |
Quadros, Doacir Gonçalves de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uninter.com/handle/1/1223
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Resumo: |
O objetivo nesta dissertação é refletir sobre os direitos fundamentais da liberdade de expressão e do direito de imagem que são direitos garantidos no Estado Democrático de Direito mas que passam a ser questionados acerca do debate sobre as Fake News. O exercício da soberania popular é através do sufrágio universal garantido pela Constituição Federal de 1988. Dentre os vários instrumentos disponíveis para a propaganda eleitoral a legislação eleitoral vigente no Brasil permite o uso das mídias digitais e observa-se atualmente que os aspirantes a cargos eletivos ao fazerem uso das Fake News excedem o seu direitos direito a liberdade de expressão violando outros direitos também previstos na Constituição, dentre eles, o direito à imagem. A respeito da metodologia adotou-se a análise doutrinária e revisão bibliográfica de artigos relacionados ao assunto. Conclui-se que as notícias falsas podem afetar o direito de imagem quem é afetado com elas, devendo sua propagação ser punida utilizando a legislação vigente, tais como: legislação eleitoral; Lei do Marco Civil da Internet e, ainda, Lei Geral de Proteção de Dados, utilizando como alicerce a Constituição Federal de 1988. |