Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Pereira, Daniela Campos |
Orientador(a): |
Medeiros, Liciane Fernandes |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade La Salle
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Saúde e Desenvolvimento Humano
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11690/3602
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Resumo: |
INTRODUÇÃO: Segundo dados da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, nos últimos anos houve um número substancial de cirurgias plásticas realizadas no Brasil. A cada ano, em média, são realizadas cerca de 350.000 cirurgias estéticas no país. Na prática clínica observou-se o quanto a alteração postural se mostra negativa nos efeitos esperados da cirurgia, essa alteração inicial quase sempre se dá pela dor e permanece sem que a(o) paciente perceba essa distorção da imagem corporal. Assim, surge a utilização do taping como grande aliado para percepção corporal, aplicado durante o tratamento fisioterapêutico convencional no pós-operatório de cirurgia plástica. A Bandagem Elástica Adesiva, desenvolvida por Kenzo Kase, no Japão na década de 1970, sugere diversas propostas de tratamento no âmbito da estética, porém não como ajudante da percepção corporal e correção postural pós-operatória. OBJETIVOS: Analisar o grau de alteração postural das pacientes de pós-operatório de cirurgia plástica, antes e depois da utilização de taping por oito sessões associada ao tratamento convencional, comparando os efeitos com o tratamento convencional isolado. Adicionalmente, avaliar a dor antes e durante o protocolo de atendimento, e também, satisfação corporal das pacientes. METODOLOGIA: Trata-se de uma análise qualitativa e quantitativa. Um ensaio clínico randomizado onde foram observadas 12 pacientes mulheres, entre 30 a 55 anos de idade, com Cirurgia plástica na parte anterior do tronco com diferentes graus de alteração postural, avaliando antes e depois a diferença postural entre pacientes que realizaram tratamento pósoperatório com utilização de taping e tratamento pós-operatório convencional, por 8 sessões. RESULTADOS: O taping se mostrou eficaz na correção postural de acordo com melhora da resposta de extensão. Colocado em pontos estratégicos que forçando de forma suave e indolor a postura correta, a comparação da primeira sessão fisioterapêutica com a sessão realizada 30 dias mostra considerável melhora da imagem corporal. Os grupos tiveram prevalência de 7 dias de pós-operatório, onde todos do grupo intervenção apresentaram melhora postural em até 22 graus de extensão de tronco. Enquanto o grupo convencional metade não apresentou melhora, e a outra metade apresentou diferença máxima de 12 graus em extensão de tronco. Com isso, o taping comprova sua eficácia como recurso fisioterapêutico para ser utilizado no pós-operatório imediato de cirurgia plástica para correção postural. |