Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Lemes, Iron
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Orientador(a): |
Prates, Rodolfo Coelho
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Positivo
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Administração
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Departamento: |
Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/2943
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Resumo: |
Este trabalho analisa a relação entre os processos de internacionalização e seus reflexos na aprendizagem organizacional. Para compreender de forma adequada a aprendizagem, o nível de análise escolhido foi o das unidades internas da organização. Foi selecionada uma empresa industrial no setor médico - odontológico e a estratégia de pesquisa utilizada foi o estudo de caso. A metodologia utilizada na pesquisa foi qualitativa, onde os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas com os gestores das unidades internas que se inter-relacionaram com a unidade interna de comércio exterior, com seu gestor, e com o diretor mais antigo da organização que testemunhou todas as fases de internacionalização da organização, além da análise de documentos e da observação direta. Identificou-se com base na escola de Uppsala, as fases tradicionais de internacionalização e uma fase anterior as fases de Uppsala, denominada neste trabalho como fase de interesse no processo de internacionalização. Os dados revelaram que a influência do processo de internacionalização não se deu em igualdade à todas as unidades internas da organização, e diferentes níveis de aprendizado organizacional ocorreram nas diversas fases de internacionalização. Revelou-se também que algumas unidades internas não sofreram nenhuma influência em seu aprendizado pela atividade de exportação. O comprometimento da organização com a internacionalização ocorreu de forma incremental, envolvendo as unidades internas em escala gradual, conforme foi aumentando a complexidade dos processos de internacionalização e os conhecimentos específicos para a ocorrência das exportações e o cumprimento da estratégia da empresa. Foram verificados ainda que a internacionalização da empresa pode ocorrer de forma autônoma, alheia à empresa, dadas as “importações” de visitantes de países estrangeiros, ampliando o grau de internacionalização da escola de Uppsala. |