Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2025 |
Autor(a) principal: |
Silva, Lucivania Gosaves da |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/51821
|
Resumo: |
Esta dissertação analisa a reforma do Ensino Médio no Brasil, conhecida como Novo Ensino Médio (Lei nº 13.415/2017), a partir de uma perspectiva antropológica dos documentos oficiais, destacando a introdução de práticas neoliberais, como o empreendedorismo no currículo. Os Itinerários Formativos, apresentados como percursos educacionais voltados ao desenvolvimento dos estudantes, enfrentam desafios na implementação, como a falta de capacitação e limitações estruturais nas escolas. Embora a proposta enfatize a liberdade de escolha dos estudantes, muitos itinerários não estão disponíveis em todas as instituições. A dissertação também explora a inclusão do empreendedorismo no novo currículo, baseada nos relatos de três professores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, que compartilham suas experiências sobre as discrepâncias entre o currículo oficial e a realidade escolar, o chão da escola, e a narrativa meritocrática promovida pelo empreendedorismo que sugere que o sucesso depende apenas do esforço individual, negligenciando as barreiras sociais enfrentadas pelos estudantes. Os interlocutores defendem que a educação deve ir além da mera preparação para o mercado de trabalho, transformando as escolas em espaços de emancipação e desenvolvimento integral dos estudantes. |