Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Reis, Claudia D'Alevedo dos [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/69406
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Resumo: |
A relação entre família e escola tem sido caracterizada por encontros, desencontros e outros desafios nos processos de desenvolvimento das crianças. Analisar a constituição dessa relação a partir do que dizem os entrevistados sobre os modos de conceber as interações da escola com as famílias de estudantes com deficiência foi o objetivo deste trabalho, que buscou investigar como ocorre tal relação e os seus desdobramentos na educação de estudantes matriculados em escolas da rede pública. Com metodologia de abordagem qualitativa, a pesquisa foi realizada em duas unidades escolares municipais de ensino fundamental localizadas na cidade de São Paulo. A partir de entrevistas com mães de estudantes com deficiência, professoras, e gestoras de escolas, analisaram-se os meandros da construção dessa relação, seus limites e possibilidades. A fundamentação teórica e a análise de dados tiveram como base a teoria Histórico-Cultural de Vygotsky e colaboradores. Os dados analisados mostraram que os atores envolvidos defendem a importância da articulação da família e da escola com olhar atento para a eliminação de barreiras – sejam elas atitudinais, físicas ou de comunicação, entre outras – para a aprendizagem e participação efetiva desses estudantes nos espaços escolares e na vida cotidiana. Evidenciaram, também, o desafio da escola em constituir uma relação parceira e horizontal com a família, sem hierarquização entre seus atores, exercício que requer que a escola reconheça e trabalhe em prol dos princípios democráticos e acolha as famílias em suas peculiaridades, favorecendo oportunidades efetivas de participação da vida escolar das crianças e dos adolescentes com deficiência. |