Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Moraes, Karina Ruiz de [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11600/63802
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Resumo: |
Introdução: Compreender a complexa anatomia interna do Tronco Encefálico permite um melhor planejamento cirúrgico ao acessar as zonas de entrada de segurança localizadas na superfície externa. Objetivo: Este estudo pretende analisar a anatomia intrínseca do Tronco Encefálico através do uso de técnicas de dissecção de peças em laboratório. O objetivo é buscar a preservação de estruturas eloquentes nas abordagens cirúrgicas. Metodologia: A metodologia consiste na dissecção de uma peça humana de encéfalo fixada no formol e preparada com injeção arterial de silicone líquido. O Tronco Encefálico foi dissecado. Outras cinco espécimes também foram analisada por microscópico D.F. Vasconcellos M 900, para compor o plano sagital e posterior. As estruturas estão apresentadas em diversos ângulos, destacando-se uma série de secções transversais axiais paralelas. As dezenoves zonas de entrada de segurança analisadas foram: Perioculomotora, Interpeduncular, Sulco Mesencefálico Lateral, Supracolicular, Intercolicular, Infracolicular, Supratrigeminal, Peritrigeminal, Suprafacial, Interfacial, Infrafacial, Sulco Limitante Lateral, Sulco Mediano acima do Colículo Facial, Sulco Pré-Olivar, Sulco Retrolivar, através do Corpo Olivar, Sulco Mediano Bulbar, Sulco Intermédio Posterior Bulbar e Sulco Posterolateral Bulbar. Resultados: Quando as lesões não afloram a superfície pial, as zonas de entrada de segurança representam estreitos referenciais em que há paucidade de estruturas eloquentes e ausência de vasos perfurantes. Conclusão: O conhecimento anatômico é fundamental para tornar o acesso cirúrgico ao Tronco Encefálico mais seguro. O apoio multidisciplinar e o avanço tecnológico proporcionaram ferramentas indispensáveis para o sucesso das abordagens. |