Transporte e eqüidade no acesso à escola : um estudo de caso da unidade de ensino do CEFET PIn em Alagoas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: SANTOS, Ivancildo Ferreira dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5730
Resumo: A implementação de políticas destinadas à democratização do ensino, como uma das formas de reduzir as desigualdades e alcançar a inclusão social, não pode deixar de verificar, e de forma justa, a imprescindibilidade do atendimento às pessoas pobres residentes no meio rural. Esta dissertação traz uma contribuição ao conhecimento dos modos de deslocamento encontrados pelos alunos de áreas rurais para alcançar a escola, e à implementação de políticas articuladas entre transporte (que pode garantir deslocamentos, e é imprescindível, à medida que escolas de grandes áreas de influência requerem meios mais eficazes à ida e à permanência dos alunos na escola) e educação, de maneira que o acesso à escola dos alunos que precisam usar transporte público ocorra de forma mais eqüitativa. A relevância dessas políticas é investigada num contexto mais amplo de uma escola. Trata-se de uma Unidade de Ensino do CEFET de Alagoas, a UNED/PIn, onde utilizaram-se questionários e indicadores educacionais e de transporte, chegando ao diagnóstico da realidade pela qual passam os alunos da escola, em relação ao sistema de transportes públicos existentes. Conceitos de inclusão social, eqüidade e transporte escolar são usados, além de acessibilidade e mobilidade. As conclusões apontam para a importância que têm os transportes públicos no deslocamento dos alunos, sendo excludentes à medida que a sua falta pode inibir a ida para a escola e a permanência lá. Demonstram também que as políticas públicas de transporte escolar e de educação não se integram e, quando existem, são isoladas e de forma desarticulada com as reais necessidades dos alunos, tornando-se iníquas, e, portanto, não contribuem para a inclusão social