Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2003 |
Autor(a) principal: |
Maria da Silva Belo, Geise |
Orientador(a): |
da Silva Diniz, Alcides |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9039
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Resumo: |
O estilo de vida moderno, muitas vezes, não permite que o homem estabeleça horários para as refeições, a prática de exercícios físicos e outras atividades importantes para a sua qualidade de vida. Devido ao estresse e à competitividade comuns nos grandes centros urbanos, funções fisiológicas essenciais como, por exemplo, a evacuação intestinal, são condicionadas de acordo com a conveniência de cada indivíduo (PASSARELLI, 1986; SOARES et al. 1991 citados por MAGALHÃES et al., 2002). Essas práticas podem contribuir significativamente para o aparecimento da Constipação intestinal (CI), que não é uma doença, mas sim uma síndrome e que se constitui numa das principais queixas gastrintestinais na população ocidental. Alguns estudos epidemiológicos têm demonstrado que 95% da população têm uma freqüência de evacuações de três vezes ao dia a três vezes por semana. Por este motivo, uma definição usual de CI é a freqüência de evacuações menor que 3 vezes por semana (SWEEMEY, 1997; SOFFER, 1999). No entanto, deve-se considerar sempre a freqüência individual como parâmetro para avaliação de seus sintomas. Alguns painéis internacionais têm discutido os critérios para a definição de CI, visto que há muitas limitações à definição em uso. Dentre eles, têm sido citados os aspectos relativos aos sintomas inespecíficos referidos pelos pacientes que podem ter ampla variação interindividual. Por outro lado, ocorre certa dificuldade no diagnóstico de CI com base na freqüência de evacuações e o limite superior do trânsito normal do intestino que tem sido arbitrariamente definido (DROSSMAN et al., 1992 citado por ANDRE, NAVARRORODRIGUEZ e MORAES-FILHO, 2000) |