Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
SANTOS JUNIOR, Gerson Gomes dos |
Orientador(a): |
MELO, Heloísa Ramos Lacerda de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Medicina Tropical
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29664
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Resumo: |
Pacientes com HIV têm maior predisposição a doenças cardiovasculares quando comparados com a população em geral. Escassos e conflitantes estudos têm avaliado o efeito das estatinas na função endotelial e na inflamação, nenhum com indivíduos de baixo risco. A utilização destes medicamentos em indivíduos com baixo risco cardiovascular não é uma realidade na prática clínica atual, porém pode ser uma oportunidade para possível uso em prevenção primária. Esta tese resultou em dois artigos originais, e teve como objetivos avaliar a eficácia da atorvastatina associada ao ácido acetilsalicílico (AAS) versus placebo em pacientes portadores de HIV em uso de antirretrovirais e com baixo risco cardiovascular em aumentar a dilatação fluxo-mediada da artéria braquial (DILA) e reduzir o espessamento da carótida, avaliados por ultrassom. Foram avaliados também o efeito sobre a inflamação, através da mensuração de marcadores inflamatórios IL-1 β, IL-6, ICAM-1, VCAM-1, IFN-γ, e PCR-us. Um ensaio clínico randomizado e duplo cego envolvendo 99 pacientes foi conduzida no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco no período entre maio de 2014 a junho de 2017. Avaliou-se por 24 semanas o efeito da atorvastatina associada ao ácido acetilsalicílico na função endotelial e na inflamação em pacientes com HIV, em uso de antirretrovirais e baixo risco cardiovascular. Todos os pacientes apresentavam carga viral indetectável, e utilizavam esquemas com inibidores da transcriptase reversa nucleosídeo e não nucleosídeo. Alocou-se os sujeitos do estudo no grupo intervenção: atorvastatina 20mg ao dia associado com aspirina 100mg e comparou-se com os controles, que utilizaram placebo. A resposta endotelial foi avaliada pela dilatação da artéria braquial (DILA) e medida da camada íntima média da carótida (EMI) por ultrassom no momento 0, 12 e 24 semanas. |