Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2003 |
Autor(a) principal: |
Cláudio Rodrigues Costa, Luiz |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7939
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Resumo: |
Este trabalho analisa as concepções de língua, de gramática e de norma lingüística dos programas Programa de Palavra, Nossa Língua Portuguesa e Afinando a Língua. Para tanto, buscamos: a) entender a língua como atividade social, a gramática como a própria língua em uso e a norma lingüística como resultado desse uso, sendo a competência comunicativa a meta precípua do ensino de língua; b) descrever os quadros e analisar a abertura e o fechamento dos mesmos; c) analisar as estratégias de ensino dos conteúdos; e d) investigar e confrontar as concepções de língua, de gramática e de norma lingüística subjacentes às explicações e às definições dos programas, discutindo, ainda, os objetivos que cada produção estabelece para o trabalho com o idioma e os possíveis preconceitos lingüísticos. Finalmente, nossas análises constataram que o Programa de Palavra e o Nossa Língua Portuguesa vêem a língua como código, a gramática como um conjunto de regras a serem seguidas e a norma lingüística como ideal de língua, sendo o ensino da norma-padrão o objetivo principal, diferentemente do Afinando a Língua, que vê a língua, a gramática e a norma lingüística, respectivamente, como atividade social e cognitiva, como a própria língua em funcionamento e como resultado dos usos que fazemos da língua, ficando o ensino de língua destinado ao domínio da norma-padrão, ao funcionamento da língua e ao raciocínio científico |