Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Alves Neto, Augusto de Bragança |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://app.uff.br/riuff/handle/1/27845
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Resumo: |
O presente trabalho pretende levantar algumas considerações sobre a presença do registro "impessoal", conceito de grande relevância na filosofia de Gilles Deleuze, em uma experiência clínica vivenciada junto a pacientes terminais no cenário de um hospital geral. Parte-se do entendimento do silêncio presente neste cenário de cuidado enquanto prática de si, dentro de uma perspectiva da ética proposta por Michel Foucault na última fase de seu pensamento. A "experiência do fora" aparece como operador conceitual comum aos dois autores e, a partir desta noção, é sustentada a problematização acerca dos efeitos surgidos do encontro do plano da clínica com o seu fora. A noção acerca das pequenas mortes coextensivas à vida, problematizada por Foucault em sua pesquisa sobre o surgimento do método anátomo-clínico, compõe o campo de investigação com os autores Fernand Deligny e Sándor Ferenczi, encontro que nos possibilita elaborar um manejo clínico necessário ao movimento de deslocamento entre o morrer e o morre-se, morte derradeira e morte impessoal. |