Biometria e qualidade da romã orgânica durante o armazenamento.
Ano de defesa: | 2013 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTA PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/679 |
Resumo: | O objetivo deste trabalho foi determinar a qualidade pós-colheita da romã ‘Molar’, acondicionada in natura sob condições ambiente. Os frutos foram colhidos em uma propriedade comercial localizada no município de Sousa-PB e, em seguida, transportados ao Laboratório de Análise de Alimentos da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Pombal-PB. O experimento foi instalado em delineamento inteiramente casualizado (DIC), cujos tratamentos foram representados por condições de armazenamento a 0, 3, 6, 9, 12, 15 e 18 dias a 27ºC e 28% UR com quatro repetições, sendo cada repetição constituída por cinco frutos (n=20), que foram analisados quanto à características biométricas, físico-químicas e visuais. A roma 'Molar', produzida em sistema orgânico no semiárido paraibano são classificadas como doces, com baixa acidez, inferior a 0,75% de ácido cítrico e sólido solúveis entre 12 e 15%. Quanto ao amanho, as romãs são classificadas como pequenas, com peso abaixo de 200g e menos de 74 mm de diâmetro. O armazenamento dos frutos a 27ºC, 28% UR até seis dias mantém as características biométricas, físico-químicas e visuais apropriadas para a comercialização in natura. O armazenamento dos frutos a 27ºC, 28% UR por 18 dias proporciona intensa desidratação da casca, porém, não prejudica a qualidade nem o rendimento de suco extraído dos arilos. |