Reflexos da adubação potássica e do níveis de água em aspectos fisiológicos e bioquímicos de mudas de espécies arbóreas da caatinga.
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Saúde e Tecnologia Rural - CSTR PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/22033 |
Resumo: | Para que sejam minimizados os efeitos da deficiência hídrica nas plantas, principalmente em razão do cenário atual global, é necessário que sejam adotadas estratégias visando aumentar a tolerância das plantas a essa condição adversa. No entanto, pesquisas visando à atenuação dos efeitos do déficit hídrico em espécies da caatinga são escassas. Dessa forma, este estudo teve como objetivos avaliar os efeitos da disponibilidade de água em aspectos fisiológicos e bioquímicos de plantas jovens de aroeira (Myracrodruon urundeuva Fr. Allem), jucá (Libidibia ferrea (Mart. ex Tul) e jurema-preta (Mimosa tenuiflora (Willd) Poiret), bem como analisar o papel do K na mitigação desses efeitos. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC), esquema fatorial 3 x 3, correspondendo a três doses de potássio [0, 97,5 e 195 mg dm-3 K] e três níveis de água [100%cv (controle), 50%cv (déficit moderado) e 25%cv (déficit severo)], tendo como fonte do nutriente o cloreto de potássio (KCl). As plantas foram mantidas em sacos plásticos (28cm x 15cm) contendo 5 kg de substrato. Foram avaliados o teor relativo de água (TRA), a taxa de transpiração (E), a condutância estomática (gs), a taxa fotossintética (A), a eficiência instantânea no uso da água (EUAi) e as concentrações foliares de açúcares totais, aminoácidos solúveis totais e proteínas. O déficit hídrico promoveu redução progressiva na taxa de transpiração, condutância estomática, taxa fotossintética e na eficiência instantânea no uso da água nas três espécies estudadas, sendo que a magnitude das respostas variou com a espécie e a época de avaliação. O fornecimento de 195 mg/dm3 de K influenciou positivamente as trocas gasosas das espécies estudadas quando a disponibilidade hídrica foi reduzida. Ocorreu acúmulo de solutos osmoticamente ativos (aminoácidos e açúcares solúveis) nas espécies aroeira e jucá à proporção que o déficit hídrico aumentou. |