Corporeidade e currículo na Amazônia: corpo-afeto, corpo-expressão e corpo-intuição

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Lobo, Huanderson Barroso
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/2178312159787010
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Educação
Brasil
UFAM
Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
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Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10101
Resumo: Esta tese tem como objetivo compreender o lugar da corporeidade-afeto-ser-de-potência no currículo escolar. A abordagem deste estudo é de natureza qualitativa, descritiva e analítica. O método bibliográfico, com abordagem fenomenológica, foi utilizado para descrever as experiências de leituras, estudos e análises documentais. A fundamentação teórica sustentouse, principalmente, nas obras de Merleau-Ponty (1999), Spinoza (2020), Deleuze (1999) e Bergson (2006). O corpo é intermediador da nossa condição de ser no mundo, a corporeidade em um sentido mais direto tange as relações do corpo com o mundo. A inversão na qual propomos compreende pensar o corpo enquanto fenômeno imanente, expressivo e intuitivo que se relaciona e possui uma abertura ao mundo. As três primeiras declarações dessa pesquisa são dedicadas à criação dos conceitos de corpo-afeto, corpo-expressão e corpo-intuição, relacionados à corporeidade do ser e aos seus desdobramentos no processo formal de ensino e aprendizagem. No último capítulo, a partir da filosofia da imanência, diferença e fenomenológica, é produzido uma cartografia dos corpos que resistem às imposições normativas dos currículos escolares: os corpos dos docentes, os corpos que encontram na dança sua potência e os corpos que praticam esportes na escola. Conclui-se, com base nestas teorias, que um currículo menor/flexível/aberto, pensado sobre encontros alegres entre professores e alunos, aumentaria a potência de agir e criar, e que uma educação para além da inteligência promoveria a retificação e a criação de novas ideias e aprendizagens, visto que os impulsos oriundos do mundo vívido são fundamentais para a construção do conhecimento.