A resiliência harmônica na política externa independente
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Instituto de Estudos Sociais e Políticos Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ciência Política |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17601 |
Resumo: | A tese a seguir investiga a dinâmica de manutenção de um paradigma de política externa apesar de seus elementos desestabilizadores; entre janeiro de 1961 e abril de 1964. Pretendeu-se investigar a construção da política pública, os indícios de manutenção, e as formas como os homens de estado pensavam. Em essência, a manutenção do paradigma recém-instaurado se dá quando há resiliência dos atos e harmonia dos pensamentos. Para provar essa hipótese dados em arquivos foram mobilizados, e recorreu-se a teorias de Análise de Política Externa, Políticas Públicas e Pensamento Político. Essa tese se subdivide em cinco partes. Leitores encontrarão um perfil da tese e uma síntese teórica e metodológica. O segundo capítulo trabalha sobre as dimensões internas e externas do contexto da época. No terceiro capítulo, observa-se a política externa independente tal como foi executada pelos tomadores de decisão; a cada gestão corresponde uma subseção. No quarto capítulo é possível observar o pensamento dos chanceleres e chefes de governo da época estudada. O último capítulo mobiliza teorias e dados, e expõe a hipótese. Em seguida, algumas conclusões são delineadas através dos conceitos criados pelo autor da tese e há uma síntese final |