Mentira e pós-verdade: a linguagem nas fake news.
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Letras |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19061 |
Resumo: | Este trabalho apresenta uma análise linguístico-discursiva das fake news — neologismo que nomeia abrangentemente notícias falsas de variados formatos. Elas circulam nas redes sociais e nos aplicativos de troca de mensagens nos tempos atuais — a era da pós-verdade. A tese busca estabelecer fake news como um gênero discursivo, segundo Marcuschi (2008), Bakhtin (2020), Kress (2010), Miller (2012) e Swales (1990). Focalizam-se neste estudo, sobretudo, mensagens falsas. Muitas delas verbo-visuais, de viés político-partidário e de caráter político-ideológico, replicadas nas redes sociais entre 2018 e 2022. Possuem enorme poder, tanto para construir quanto para devastar a reputação de alguém ou de algo, adversários ou conceitos considerados nefastos. Esta tese investiga marcas linguísticas, formato supratextual e suas intenções discursivas numa abordagem sociorretórica e sociodiscursiva dos gêneros, para também entender o porquê de seu alto grau de convencimento e adesão. |