Uso da prancha de comunicação como recurso mediador dos conteúdos ácidos e bases voltada para estudantes com TEA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Barros, Jaquiely Balbino
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual da Paraíba
Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
Brasil
UEPB
Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática - PPGECEM
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
TEA
Link de acesso: http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/4808
Resumo: Considerar a diversidade presente entre os alunos nas instituições escolares requer procedimentos que nos remetam à flexibilidade e dinamismo nos currículos, compromisso e responsabilidade dos professores, de forma a atender efetivamente aos alunos com necessidades educacionais especiais. Mediante o atual processo inclusivo, como forma a colaborar para um melhor entendimento sobre o assunto, o objetivo deste estudo é elaborar uma sequência didática para ensinar o conteúdo de funções inorgânicas ácidos e bases com o auxílio de uma prancha de comunicação a partir da discussão teórica sobre a educação no campo e da educação inclusiva como uma proposta de enveredar pelos caminhos de novas práticas pedagógicas na atualidade. O estudo retoma enquanto revisão da literatura, a Legislação Educacional Brasileira, destacando-se as Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e outros documentos internacionais, referentes ao desenvolvimento da educação e da educação especial, bem como um contexto histórico desde os primórdios da humanidade até os dias atuais. Como recurso metodológico para este estudo, optou-se por uma pesquisa de natureza qualitativa. O público-alvo foi um aluno com TEA da Cidade de Pocinhos - PB, matriculado no Ensino Médio de uma escola pública estadual. Como instrumento de coleta de dados foi aplicado questionários para avaliação do ensino de química e da sequência didática apresentada. Os resultados obtidos foram sistematizados, discutidos e interpretados a luz do referencial teórico. Os resultados apontam que a proposta didática foi bem aceita pelo estudante pesquisado e apresenta potencial para favorecer a aprendizagem de outros estudantes com deficiência, propiciando estímulo e interesse pelo estudo da química e contribuir com o processo de ensino e aprendizagem. Concluindo-se, portanto, que a sequência didática vinculada a prancha de comunicação constitui um pilar essencial na construção do ensino-aprendizagem dos alunos com deficiência, assim como viabiliza aos educadores, encontrar soluções para os impasses próprios da educação especial.