Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Costa, Thallita Yara
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Orientador(a): |
Martins, Lourdes Conceição
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Banca de defesa: |
Martins, Lourdes Conceição,
Souza, Eduardo Carvalho de,
Enohi, Ricardo Toshio |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Católica de Santos
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Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Saúde
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://tede.unisantos.br/handle/tede/8044
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Resumo: |
Introdução: o sarampo é uma das doenças mais contagiosa do mundo que acometem principalmente crianças menores de 5 anos de idade, pessoas desnutridas e imunodeprimidas. A vacinação é a melhor estratégia custo-benefício e possui papel importante na eliminação, interrupção da transmissão, redução da incidência de doenças imunopreveníveis como a do sarampo, além da redução significativa na taxa de mortalidade infantil. Objetivo: analisar a cobertura vacinal (CV) e taxa de abandono da vacina contra o sarampo na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) entre os anos de 2016 e 2021. Metodologia: estudo ecológico misto com uso de dados secundários de domínio público. As taxas de cobertura vacinal e de abandono foram calculadas e categorizadas por municipio e ano estudado. Foi realizada a análise descritiva, teste de qui quadrado, teste de Kruskall-Wallis, comparações de Dunn e análise de autocorrelação espacial por meio dos índices global e local de Moran e construção de mapas temáticos. Resultados: observou-se, no período de estudo, que poucos municipios da RMBS (menor ou igual a 44,4% por ano) atingiram CV adequada na primeira dose da vacina e apenas um (11,1% por ano)na segunda dose com alternância entre três municipios, Praia Grande, Santos e Itanhaém. A RMBS apresentou alta taxa de abandono e São Vicente o maior valor entre os anos estudados. Foram observados autocorrelação espacial negativa tanto na CV como na taxa de abandono nos anos estudados. Em 2018, houve associação espacial positiva para a taxa de abandono. Considerações Finais: a CV do sarampo apresentou tendência de queda nos anos estudados, mais acentuada na segunda dose e, consequentemente, as taxas de abandono foram altas face a imcompletude do esquema vacinal. A análise espacial possibilitou verificar áreas que precisam de mais atenção nas ações de vacinação. É demonstrado a necessidade de intensificar as estratégias de imunização para recuperar a CV e evitar o ressurgimento das doenças imunopreviníveis. |