[en] EMPTY FORMS IN ARCHITECTURE: EXISTENCE PRECEDES ESSENCE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: SILVANA CASTRO NICOLLI
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24753&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24753&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.24753
Resumo: [pt] No final dos anos 1960, os projetos arquitetônicos em grandes escalas foram desacreditados no Ocidente por estarem associados à presença dos Poderes vigentes. Influenciados pelos ideais de Maio de 1968, os arquitetos ocidentais passaram a procurar modelos alternativos, baseados na linguagem histórica. Eles buscavam com isso alcançar a autonomia da forma arquitetônica, esvaziando-a do suposto conteúdo ideológico, que estaria aderido às formas abstratas modernas. No entanto, o enfoque pós-moderno nos elementos formais do objeto arquitetônico e do espaço urbano implicava no abandono da questão urbanística na escala metropolitana. Esta escala espacial seria marcada pela perda das referências às estruturas formais orgânicas. No Japão, a pesquisa moderna em grandes escalas não foi interrompida, oferecendo um amplo instrumental para a questão urbanística contemporânea. Esta dissertação verifica como os arquitetos Fumihiko Maki e Rem Koolhaas propõem a retomada e a revisão do urbanismo moderno metropolitano. Eles partem do pressuposto de que a Forma arquitetônica seria vazia de significados intrínsecos. A apropriação por parte dos Poderes e, também, por parte das pessoas imprimiria à arquitetura significados, retirando dos arquitetos a responsabilidade sobre a totalidade do projeto e devolvendo-lhes a legitimidade da disciplina. Esta pesquisa percorre os caminhos seguidos por esses arquitetos a partir de suas referências orientais e ocidentais, mostrando como, em diversos momentos, os conceitos arquitetônicos dos dois mundos convergem, apontando a persistência do pensamento moderno.