[en] ON PHILOSOPHICAL THOUGHT AND ITS SURVIVING IN A TECHNICAL WORLD: STUDIES AFTER MARTIN HEIDEGGER
Ano de defesa: | 2003 |
---|---|
Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4341&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4341&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.4341 |
Resumo: | [pt] O problema está adequadamente descrito no título: Sobre o Pensamento Filosófico e sua Sobrevivência num Mundo Técnico. Martin Heidegger (1889-1976), tanto pela obra como pela sua tensa inserção na cena contemporânea, foi o pensador escolhido como fio condutor e unificador de uma pesquisa que tende tanto a desdobrar-se em várias outras, como a dobrar-se sobre si mesma, posto que também sua própria existência, enquanto trabalho filosófico feito num mundo cada vez mais técnico, põe-se como problema. Questões como as do modo de ser, mudar ou adaptar-se desse pensamento, da sua constituição, atualização ou destruição na relação entre os vários pensadores, vivos e mortos, mais amplamente, da sua relação com um mundo do qual simultaneamente depende e tem que transformar - relação essa que, tratada na sua complexidade, envolve dimensões históricas, lingüísticas, físicas, políticas e, claro, técnicas -, enfim, todas essas questões perfazem a constelação com que a tese lida, e em meio à qual precisa fazer-se. Além da escolha de Heidegger como foro de aglutinação de todos esses problemas, geralmente em discussões com pensadores a ele diferentemente ligados, como Marx, Lukács, Adorno, Schürmann, Arendt, Habermas, Vattimo, Derrida, Rorty, Loparic, Safranski e Sloterdijk, perpassa todo o trabalho uma importante questão, que é a da possível disposição - equivalente ao espanto posto por Platão e Aristóteles no princípio da filosofia - para se pensar criativa, abrangente e profundamente, num mundo cada vez mais segmentado e instrumental. A forma escolhida para o desenvolvimento da tese, dados esses dobramentos e desdobramentos todos, foi a de uma compilação de textos, decerto ligados entre si pelo tema, o problema da sobrevivência do pensamento filosófico na contemporaneidade, mas também por uma rede de possíveis remissões internas: aquilo que um texto (que pode ser lido separadamente) deixa em aberto, é retomado em outro, anterior ou posterior. Sobretudo, essa escolha se origina de uma busca real, não apenas temática, do que venha a ser uma boa práxis pensante, plástica, possível, atenta ao mundo. |