[en] EROS AND THE HOUSE: POLITICAL SPECULATIONS OF PLEASURE AND SEDUCTION AT CASA DAS CANOAS
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=56861&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=56861&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.56861 |
Resumo: | [pt] Esta dissertação propõe abrir um caminho especulativo de imaginação sobre a arquitetura moderna da Casa das Canoas (1951-1953), de autoria do arquiteto carioca Oscar Niemeyer (1907-2012), tendo alguns acontecimentos como âncora. Diferente de uma análise de projeto tradicional de arquitetura, esta pesquisa se desenvolve a partir das relações, dos afetos masculinos, da construção de corpo da modernidade, de sua visão sobre sexualidade e do seu fetiche com gênero. Neste sentido, não só a arquitetura como seus meios de comunicação – desenho, fotografia, escultura, paisagismo ou publicação – , demonstram o arcabouço projetivo das condutas humanas modernas e da construção de sociedade da época. Essas mídias possuem um papel fundamental formador de um imaginário moderno construído segundo prazeres e desejos específicos. Esta pesquisa convida a refletir sobre esses estatutos e a considerar objetos como corpos construídos, bem como a refletir sobre as normas que governam corpos e discursos de acordo com condutas e códigos culturais masculinos. Parto da inevitável consideração de que a prática arquitetônica moderna foi dominada por um pensamento patriarcal e, consequentemente, espaços projetados foram imaginados a partir de fantasias masculinas. Nesse processo está presente uma narrativa crítica à violência deste imaginário, presente em parte na arquitetura moderna brasileira e perpetuada até os dias de hoje. |