As intervenções urbanas no planejamento territorial em Goiânia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Rodrigues, Ana Caroline da Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Ciências Exatas e da Terra
BR
PUC Goiás
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Desenvolvimento e Planejamento Territorial
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://localhost:8080/tede/handle/tede/2815
Resumo: Esta dissertação tem por finalidade analisar os impactos sociais causados pelos paradigmas de intervenção urbana nas sociedades modernas, especialmente nas duas últimas décadas da globalização, com um aporte sobre algumas interferências urbanas realizadas em Goiânia, GO. A questão central consiste em distinguir entre paradigmas de intervenção urbana fundados em uma crítica histórico-social, e que tendem a combater os efeitos de gentrificação e exclusão social, de outros paradigmas fundados sobre o interesse de minorias e que geram sérios problemas sociais e urbanos. O objetivo principal é determinar os fatores que devem ser analisados nesses processos de transformação do urbano para que a intervenção seja socialmente válida, resultando em maior grau de inclusão e participação social. A metodologia da pesquisa foi a de revisão bibliográfica e pesquisa documental, abrangendo diversos campos da ciência como o urbanismo, a sociologia, a história, a economia-política e os movimentos de mudança urbana e social. A pesquisa constata que os antigos paradigmas intervencionistas, como o da renovação urbana e outros, produziram impactos sociais de exclusão e gentrificação, e que naquilo que hoje se denomina a economia criativa pode estar surgindo um novo paradigma que tende à inclusão e à democratização dos espaços urbanos públicos por meio de uma ligação forte com a produção cultural e movimentos sociais, como formas de buscar soluções aos problemas urgentes colocados pelos grandes meios urbanos.