O BANCO DO DIABO E AS FORMAS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO : A CULTURA EM SANTA FÉ DE GOIÁS O IMAGINÁRIO SOBRE O VESTÍGIO INDÍGENA (1975 A 2005).
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Ciências Humanas e da Terra BR PUC Goiás História |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://localhost:8080/tede/handle/tede/3334 |
Resumo: | Esta dissertação discute o Banco do Diabo ; o objeto são as representações construídas acerca do suposto banco. Esse banco na verdade é definido pela literatura arqueológica de lajedo de Santa Fé. Em uma linguagem técnica o sítio é definido por GO JU 11 . Do ponto de vista cientifico esse sítio representa a passagem de tribos indígenas pela região do Alto Araguaia. Na leitura popular, o lajedo deixa de ser um sítio arqueológico e passa a ser definido-nominado de Banco do Diabo . Dessa forma, o objetivo é compreender os motivos de representarem um sítio arqueológico como um local de negociação do maligno. A problemática centra em compreender os motivos de classificar a representação da cultura indígena feitas em pedras, de Banco do Diabo . A metodologia centra no confronto dos documentos com a historiografia para interpretar o que há de permanecia e transformação no processo histórico de construção e desconstrução do outro . Em nosso caso, do outro, que é o indígena. |