Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Navarro, Lúcia Maria Pissolatti da Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
PUC-Campinas
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15737
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Resumo: |
Partimos da análise vivencial de um grupo de vinte e um (21) profissionais que atuam em um núcleo de internação de pacientes com sofrimento mental em estado agudo, em uma instituição hospitalar em saúde mental localizada na cidade de São Paulo, em que se detectam problemas na relação desses profissionais com o trabalho, a saber: dificuldades em trabalhar coletivamente, em comunicar-se e relacionar-se. Estas impactam diretamente a qualidade do atendimento prestado ao paciente e geram, nos profissionais, o sentimento de falta de reconhecimento de seu trabalho. A pesquisa teve como objetivo investigar os sentidos do trabalho e da formação em situação de trabalho realizada no período em que se desenvolveu esta tese, para profissionais que atuam em saúde mental no sistema público de saúde. Também se buscou analisar o potencial desta formação, que se utilizou uso de materialidades mediadoras artísticas para promover a reflexão e conscientização dos profissionais envolvidos sobre seu papel no atendimento aos pacientes e no trabalho do hospital. Utilizou-se como aporte teórico e metodológico os pressupostos da Psicologia Histórico Cultural, sobretudo aqueles da psicologia da arte desenvolvidos por Vigotski. Como resultado, observou-se que as ações de formação em situação de trabalho promovem o desenvolvimento da dimensão do humano em situação de trabalho, permitindo desvelar a intrincada trama de sentidos configurados pelos profissionais. Evidenciou-se, também, que apesar da parceria estabelecida com o gestor, a inserção de um projeto de formação em situação de trabalho carece de legitimação, seja por parte dos próprios profissionais, do gestor e da instituição de políticas públicas voltadas à saúde mental que promovam e sustentem esta inserção, nesta perspectiva. |