Uma análise sobre a relação risco versus desempenho em governança de TI: estudos de caso em organizações prestadoras de serviços de TI certificadas ISO 20000

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Alves, Carlos Rodrigo Cordeiro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-29062015-163431/
Resumo: A sustentabilidade de uma organização é uma das principais preocupações de um administrador. Portanto, é preciso analisar o equilíbrio dinâmico entre risco e desempenho. Esta relação deve ser estendida à tecnologia da informação, considerando que sua influência sobre o negócio é crescente. Práticas de governança de TI têm sido adotadas como instrumento para padronizar processos e minimizar riscos. Esta pesquisa teve como foco organizações brasileiras prestadoras de serviços de TI certificadas ISO 20.000. Os principais objetivos foram: elencar os processos críticos da norma para as empresas; o grau de formalismo com o qual são aplicados e identificar fatores de risco e desempenho. O método utilizado foi revisar o uso de conceitos e desenvolver um modelo conceitual sobre eles. A coleta de dados foi realizada em duas fases: questionário on-line e entrevistas com gestores de oito organizações. As conclusões do estudo mostraram que o modelo canônico não é aplicado nas organizações tal qual prescrito, não só por suas idiossincrasias, mas também por necessidades de ajustes nos processos da norma. Os fatores encontrados que contribuem negativamente para isto foram: orientação ao atendimento das necessidades dos clientes e formato da decisão sobre investimentos de TI, enquanto os positivos foram: associar riscos a erros das pessoas; cultura de melhoria contínua e controle sobre mudanças.