Vestígios do dizer de uma escuta (repouso e deriva na palavra)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Barboza, Juliana Jardim
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-25102010-161621/
Resumo: O texto que se segue pretende traduzir algumas possibilidades no trabalho do ator no que diz respeito à experiência a partir da palavra, como dizer vindo de um texto, originada no aprofundamento da escuta. O texto nasce de minha prática, iniciada formalmente em 1987, como atriz, professora de teatro, preparadora de atores e aluna, e refere-se a experiências em montagens de peças, aulas (dadas e recebidas) em universidades, estágios, workshops, oficinas, e em encontros em outros espaços nãopertencentes ao campo teatral, acontecidos principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, e pontualmente em outros estados brasileiros (MG, PR, SC, CE) e em outros países. Dialoga, ainda, com aquilo que nomeio teorias-moventes para as práticas, fontes teóricas nascidas de meu contato com textos de naturezas diversas, de não-ficção de teatro e de outras áreas e de ficção, além do contato específico com uma tradição oral, a do griot africano, que, em meu caso específico, se deu pelo encontro vivo, em duas viagens ao Mali e ao Burkina Faso, na África Ocidental, e em seis estágios realizados a partir dessa aliança.