Avaliação dos efeitos antineoplásicos do óleo da Copaifera reticulata Ducke em linhagens de células cancerosas de pulmão

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Ranieri, Tatiana
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-28092016-122134/
Resumo: Nos últimos anos as evidências de novos casos de câncer têm alarmado o mundo. O objetivo desse trabalho foi avaliar possíveis propriedades antineoplásicas atribuídas ao óleo de Copaifera reticulata Ducke pela etnofarmacologia. Ocorreu pela análise da citotoxicidade deste em cultivos de células normais e cancerosas de pulmão, murinas E10 e E9 e humanas das linhagens NCI-H460 e NCI-H2023. Os cultivos após serem incubados a 37°C foram expostos a oito diferentes concentrações do óleo diluído em meio de cultivo permanecendo em estufa por 48 h na mesma temperatura. Decorrido esse tempo, adicionou-se o reagente MTT para leitura espectrofotométrica. Com a avaliação dos resultados dessa leitura, observou-se um grande potencial antitumoral do referido óleo, determinando-se sua IC50 para todas as células estudadas. Através da observação e captação de imagens microscópicas foi possível observar alterações morfológicas nas células nas diferentes concentrações do tratamento, havendo diferença entre a quantidade de células viáveis normais e neoplásicas. Concluiu-se que o óleo de Copaifera reticulata Ducke demonstrou efeito antineoplásico em duas linhagens de células neoplásicas do pulmão humano, bem como na linhagem murina E9, sendo que estudos efetuados para a caracterização de apoptose por fluorescência e alterações no ciclo celular nas células humanas reiteraram seu potencial como um agente contra o câncer.