Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Moreira, Kelly Roberta Vaz |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23159/tde-24112021-120956/
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Resumo: |
Com a perda de um dente após uma exodontia, tem-se início o processo de remodelação óssea de uma cicatrização espontânea que levará a perdas dimensionais desse alvéolo, principalmente em volume, comprometendo o formato original do rebordo. Técnicas de preservação do rebordo alveolar têm sido descritas há muito tempo, porém, sem um consenso sobre qual procedimento escolher e tampouco qual substituto usar. O objetivo desse estudo foi comparar algumas técnicas já citadas na literatura, utilizando substitutos ósseos e membranas para avaliar as alterações dimensionais horizontais. Foram tratados 25 pacientes (n=5) com necessidade de exodontia de dentes da maxila, com exceção dos molares. Os pacientes foram dispostos aleatoriamente em 5 grupos: GI membrana de politetrafluoretileno denso (Cytoplast®); GII enxerto ósseo xenógeno com uma membrana de colágeno (Bio Oss Collagen® associado a Bio Gide®); GIII membrana de polipropileno (Bone Heal®) 7 dias; GIV membrana de polipropileno (Bone Heal® 21 dias e GV Controle (cicatrização espontânea). O desfecho primário foi a alteração dimensional horizontal do rebordo alveolar encontrada entre as imagens tomográficas de início (T0) antes da exodontia e final (T1) após 6 meses da intervenção, na espessura abaixo da crista óssea em 1 mm (H1), 3 mm (H3) e 5 mm (H5), além da redução em volume do tecido mole avaliadas por meio de modelos de gesso escaneados e sobrepostos com um software de precisão (GOM Inspect®), medidos em 6 pontos em mimímetros a partir da margem gengival (0, 1, 2, 3, 4 e 5). As médias em mm das reduções em espessura óssea foram: em H1 (GI = 1,30, GII = 1,89, GIII = 1,30, GIV = 1,20, GV = 1,97); em H3 (GI = 1,71, GII = 1,98, GIII = 1,16, GIV = 0,34, GV = 1,75) e em H5 (GI = 1,11, GII = 0,74, GIII = 0,86, GIV = 0,26, GV = 1,36) chegando a uma conclusão estatisticamente significante entre os grupos de que GIV apresenta menores desvios que GII. Já as médias em mm das reduções horizontais dos tecidos ósseos foram: Ponto 0 (3,21; 2,26; 1,71; 1,49; 2,57 mm), ponto 1 (2,24; 2,39; 1,58; 1,59; 2,42 mm). Ponto 2 (1,77; 2,20; 1,21; 1,37;2,26 mm), ponto 3 (1,61; 1,90; 1,13; 1,13; 2,03 mm), ponto 4 (1,49; 1,68; 1,21; 0,94; 1,86 mm) e ponto 5 (1,28; 1,69; 1,06; 1,27; 1,70mm) respectivamente para os grupos GI, GII, GII, GIV e GV. Concluindo que houve diferenças entre os grupos estatisticamente significantes entre GIII com menores reduções que GII e GV, GIV com menores reduções que GV. Demonstrando que a técnica de preservação do rebordo alveolar pode ser utilizada como uma alternativa na limitação das perdas horizontais em tecido mole e ósseos. |